(De quinta passada, à noite)
Olha. Um blog que fala.
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Fake.
O que é que tu queres daqui?
Fake, fake.
És tão fake.
"
:\ Pois isto hoje não dá. Empenou.
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A questão aqui subjacente é que o tempo da acção não é o da reflexão.
De todo.
Alimentar a alma, o mote primeiro e único. Só depois o depois.
Não há um antes.
Tudo é zero e do início; efervescer com a chama, ou deixar cair as cinzas e respirá-las lentamente em asfixia - esta a bifurcação. Nenhum ponto morto.
Nenhum desvio; as ilusões e o escape criativo atropeladas na esquina dobrada e desfeita.
Assumir; dar o peito; ir em frente. Com verdade. Com toda a verdade. Nada mais.
Da coragem, e cenas.