quarta-feira, outubro 26, 2011


(De quinta passada, à noite)

Olha. Um blog que fala.

"
Fake.

O que é que tu queres daqui?

Fake, fake.

És tão fake.
"

:\ Pois isto hoje não dá. Empenou.

-

A questão aqui subjacente é que o tempo da acção não é o da reflexão.

De todo.

Alimentar a alma, o mote primeiro e único. Só depois o depois.

Não há um antes.

Tudo é zero e do início; efervescer com a chama, ou deixar cair as cinzas e respirá-las lentamente em asfixia - esta a bifurcação. Nenhum ponto morto.

Nenhum desvio; as ilusões e o escape criativo atropeladas na esquina dobrada e desfeita.

Assumir; dar o peito; ir em frente. Com verdade. Com toda a verdade. Nada mais.

Da coragem, e cenas.